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Óculos bom pra cachorro!

Você sabe o que são Doggles? Trata-se de uma mistura das palavras inglesas dog (cão) e goggles, que são aqueles óculos especiais para quem pratica esqui. Ou seja, óculos para cães. Mais exatamente, óculos de sol.

Uma ótica começou a vender óculos de sol especiais para cães e está fazendo um tremendo sucesso na Alemanha. De acordo com a ótica Sehwerk Opticians, que fica em Berlim e é especializada em visão canina, os óculos protegem não só dos raios solares, mas também do vento e até contra nevoeiros, caso seu cão curta um esqui ou se mora em lugares mais frios.

E se ele adora colocar a cabeça fora da janela do carro em movimento, evitará que bichinhos e poeira irritem os olhos do seu melhor amigo. Duas tiras elásticas ajustáveis ajudam a manter o Doggles firmes durante qualquer atividade.

Há uma variedade extensa de cores e modelos para todos os tipos de cachorro e até os donos mais exigentes vão se esbaldar. Tamanhos exclusivos para raças menores, como chihuahua, também são comercializados, ao lado de mochilas, chapéus e colares para cachorros.

Os animais também podem ter os olhos acometidos por doenças oculares ou por agentes agressivos da natureza. Muitos cães podem desenvolver males como cataratas ou ainda problemas nos olhos devido ao contato com objetos estranhos (ciscos, galhos, areia) ou distúrbios ocasionados pelos raios ultravioletas.

Os Doggles são muito comercializados no exterior. Aqui no Brasil, o produto ainda não é comercializado em larga escala, sendo difícil de se encontrar.



(Fonte: Metro.uk)

Cegos têm mais pesadelos do que as pessoas com visão normal

Um novo estudo dinamarquês, recentemente publicado na revista “Sleep Medicine”, revela que as pessoas cegas têm consideravelmente mais pesadelos do que as pessoas com visão normal e aqueles que se tornaram cegos mais tarde na vida.

Durante um período de quatro semanas, a equipe de cientistas da Universidade de Copenhague e Glostrup Hospital seguiram 11 pessoas que nasceram cegas, 14 que se tornaram cegas mais tarde na vida e 25 pessoas com a visão normal. Eles pediram aos participantes para tomarem nota do que eles sonharam.

Os resultados mostram que uma média de 25% dos sonhos vividos por pessoas que nasceram cegas são pesadelos - enquanto eles representam apenas 6% dos sonhos de pessoas cuja visão é intacta.

Segundo o principal autor do estudo, Amani Meaidi, assistente de pesquisa do Centro Dinamarquês de Medicina do Sono no Hospital Glostrup e BrainLab da Universidade de Copenhagen, estes resultados confirmam uma hipótese já existente de que “os pesadelos das pessoas são associados com emoções que experimentam durante a vigília. E as pessoas cegas aparentemente experimentam situações mais ameaçadoras ou perigosas durante o dia do que as pessoas com visão normal”.

Os assuntos dos sonhos dos participantes da pesquisa “foram muitas vezes relacionados com ameaças vividas no cotidiano”. Uma mulher muitas vezes tinha pesadelos sobre ser atropelada por um carro ou entrar em situações sociais embaraçosas, como derramar uma xícara de café.

De acordo com Meaidi, o estudo aponta que a entrada sensorial e as experiências que temos quando estamos acordados são decisivas quando se trata do que sonhamos. “Então, as pessoas sem estímulos sensoriais visuais sonham com uma extensão muito maior de sons, sabores, cheiros e contato” - diz. – “O melhor palpite é que os sonhos são uma maneira de limpar a lousa. Nossas emoções nos ajudam a avaliar o que vale a pena lembrar e o que não vale”.

Os resultados também mostram que as pessoas que nascem cegas não têm sonhos com conteúdo visual, enquanto as pessoas que perderam a visão mais tarde na vida podem ter conteúdo visual em seus sonhos, embora quanto mais tempo eles estão sem a visão, menos são os sonhos que têm com qualquer conteúdo visual. Sete por cento dos seus sonhos eram pesadelos.



(Fonte: O Globo)

As polêmicas lentes dos olhos de mangá

O mangá é um gênero da literatura japonesa que têm suas raízes no período Nara (século VIII d.C.), com o aparecimento dos primeiros rolos de pinturas japonesas: os emakimono. Eles associavam pinturas e textos que contavam uma história à medida que eram desenrolados.

Sua forma atual surge no início do século XX sob influência de revistas comerciais ocidentais provenientes dos Estados Unidos e da Europa. Com a ocupação americana após a Segunda Guerra Mundial, os mangakas, como os desenhistas de mangas são conhecidos, sofrem grande influência das histórias em quadrinhos ocidentais da época, traduzidas e difundidas em grande quantidade na imprensa cotidiana.

É neste período que um artista influenciado por Walt Disney e Max Fleischer revoluciona o manga, dando-lhe um ar mais moderno: Osamu Tezuka. As características faciais semelhantes às dos desenhos de Disney e Fleischer, onde olhos (como na personagem Betty Boop, de Fleischer), boca, sobrancelhas e nariz são desenhados de maneira bastante exagerada para aumentar a expressividade dos personagens.

O poder que a estética mostrada – e talvez até os valores abordados – nos mangás exerce na juventude de todo o planeta fica bem caracterizada na nova moda em Tóquio, entre as mulheres: usar uma lente que aumenta a íris, a parte colorida dos olhos, lançadas pela G&G. A cantora Lady Gaga já usou uma lente dessas em um de seus clipes musicais.

As lentes podem ser de grau e duram até 1 ano, o que as torna aptas a serem usadas no dia-a-dia, e não mais apenas como um acessório pra uma festa. A moda promete chegar com tudo no Brasil, pois está começando a ganhar força no mundo asiático – e não apenas no Japão, mas também na Coréia e em fóruns de discussão na Malásia.

Acontece, porém, que estas lentes não têm registro na Anvisa, portanto elas não podem estar no nosso mercado. Além disso, por serem um pouco maiores, mais espessas e por terem pigmentos na sua constituição, interferem mais ainda na chegada do oxigênio à córnea e podem comprometer a visão e deixar sequelas nos pacientes. O alerta foi feito pelo presidente da Sociedade Brasileira de Lentes de Contato, César Lipener, no programa "Fantástico" da Rede Globo.



(Fonte: Fantástico)

Horário de Verão: gostar ou não gostar não é a questão

O horário de verão tem sua criação datada no ano de 1907, na Inglaterra, mas só foi adotado primeiramente em 1916 – e na Alemanha, devido a Primeira Guerra Mundial. No Brasil, ele começou a ser utilizado em 1931, visando a economia de energia.

Este ano, o horário de verão começou no domingo (19) nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país. Como de costume, à meia-noite do sábado (18) para o domingo, os relógios foram adiantados em uma hora.

Os dez estados afetados são Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás, além do Distrito Federal. Norte e Nordeste não participam do horário de verão. Tocantins e Bahia, que aderiram ao horário em anos anteriores, também ficarão de fora da mudança. A mudança no horário vai até fevereiro de 2015.

Há quem goste, há quem deteste.

E, para incrementar o debate, surgem especulações de que o horário de verão pode afetar a qualidade do sono e prejudicar a saúde de 4 em cada 10 brasileiros - este é o índice da população que sofre de insônia e pode ter agravamento do distúrbio por conta da mudança de horário.

De acordo com o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, a luz sincroniza o relógio biológico que responde por todas as funções do nosso organismo. O bloqueio da entrada da luz até a retina no fundo dos olhos faz o portador viver dias cinzentos de inverno, independente da estação do ano. “Está comprovado que a baixa luminosidade nos países nórdicos durante o inverno aumenta a chance de surgir depressão”, comenta o médico, para quem a “boa saúde depende da sincronização de nosso relógio biológico com a claridade do sol e a escuridão noturna”.

Esse seria o motivo, segundo ele, das pessoas com grande dificuldade de adaptação ao horário de verão terem um comprometimento das funções biológicas que são iniciadas na retina pela captação de luz.

Leôncio afirma que a produção de alguns hormônios é maior durante a noite em ambientes escuros. O horário em que ocorrem varia de acordo com o organismo de cada pessoa, como a melatonina (um antioxidante duas vezes mais potente que a vitamina E) e o hormônio do crescimento, que têm função de regular o metabolismo e que protegem, assim, os olhos das duas principais causas de cegueira – catarata e degeneração macular (perda da visão central) decorrentes do envelhecimento.

O especialista destaca que outros efeitos da melatonina sobre a saúde são a melhora da qualidade do sono, redução do risco de enfarte, combate ao estresse e aos micróbios enquanto que o hormônio do crescimento (GH) contribui com a formação dos tecidos e estimula o sistema imunológico. Por isso, está associado à proteção contra o câncer e de todo o organismo, inclusive os olhos, de outras doenças infecciosas, como por exemplo, a conjuntivite.

Queiroz Neto afirma que a dificuldade de adaptação ao horário de verão por causa do agravamento da insônia eleva a produção do cortisol e adrenalina, hormônios que mantêm o estado de vigília. O excesso de adrenalina aumenta os batimentos cardíacos e a pressão arterial, fatores de risco das doenças cardiovasculares. Já a maior produção de cortisol causa ganho de peso, glicemia e colesterol alto. Para os olhos, explica o médico, o maior perigo está no aumento do cortisol e do colesterol já que podem ocluir os vasos da retina e impedir que os nutrientes cheguem à membrana. Em logo prazo, esta alteração leva à degeneração da retina.

Leôncio afirma que muitos pacientes, quando perdem o sono vão para o computador, o que é um erro já que a luz do monitor aumenta a produção dos hormônios do estresse. Assim, o especialista apresenta algumas dicas mais eficazes para prevenir  doenças, como escurecer ao máximo o quarto antes de dormir, para estimular a produção de melatonina; evitar computadores e outros dispositivos eletrônicos na hora de dormir; praticar exercícios físicos, evitar alimentos com cafeína e aumentar o consumo de frutas cítricas, ricas em vitamina C.



(Fonte: LDC Comunicação)

Equoterapia - uma cavalgada de longa data

O uso do cavalo com fins terapêuticos (equoterapia) vem de longa data. Hipócrates (478-370 a.C.), no seu livro das Dietas, prescrevia equitação para regenerar a saúde e preservar o corpo humano de muitas doenças e afirmava que a equitação praticada ao ar livre faz com que os músculos melhorem o seu tônus. Em 124 a.C. Asclepíades, de Prússia, aconselhava a equoterapia como tratamento para a epilepsia e em diferentes casos de paralisia. Merkurialis (1569), em sua obra “De arte gymnastica”, menciona que a equitação não só exercia o corpo, mas também os sentidos.

Após a Primeira Guerra Mundial, o cavalo entra definitivamente para a terapia médica e os primeiros a realizarem este emprego foram os países escandinavos, seguidos pela Alemanha, França e Inglaterra. No Brasil, este recurso terapêutico começou a ser valorizado em 1989, na Granja do Torto, em Brasília, com a Ande-Brasil (Associação Nacional de Equoterapia), com o apoio dos profissionais de Saúde do Hospital do Aparelho Locomotor – SARAH.

Segundo a Ande-Brasil, esta é uma modalidade terapêutica que, como o próprio nome sugere, utiliza o cavalo como agente promotor de ganhos físicos e psíquicos, pois trata-se de atividade que exige a participação do corpo inteiro, contribuindo, assim, para o desenvolvimento da força muscular, do relaxamento, da conscientização do próprio corpo e do aperfeiçoamento da coordenação motora e do equilíbrio.

A equoterapia busca, assim, o desenvolvimento biopsicossocial de pessoas com deficiência e/ou com necessidades especiais.

Para os portadores de deficiência visual existem técnicas específicas que proporcionam melhorias nos aspectos motores relacionados à marcha e ao equilíbrio. Entre elas está a cavalgada, que estimula o praticante a experimentar diferentes texturas com os pés e as mãos e com sensações de quente e frio.

Os resultados obtidos com a prática da atividade são excelentes. Os praticantes se sentem mais seguros e existe a evolução das relações cotidianas, além de inúmeros benefícios à saúde do praticante. A técnica pode ser utilizada em crianças e adultos e não existe um tempo específico de tratamento.



(Fonte: Ande-Brasil)

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